sábado, 31 de janeiro de 2015
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
O Senhor é o meu Pastor
O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.
Salmos 23:1-6
Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.
Salmos 23:1-6
Se me amas, não chores
Se conhecesses o mistério imenso do Céu onde agora vivo, este horizonte sem fim, esta luz que tudo reveste e penetra, não chorarias, se me amas!
Estou já absorvido no encanto de Deus, na sua infindável beleza.
Permanece em mim o teu amor, uma enorme ternura que nem tu consegues imaginar.
Vivo numa alegria puríssima.
Nas angústias do tempo, pensa nesta Casa onde um dia estaremos reunidos para além da morte, matando a sede na fonte inesgotável da alegria e do amor infinito.
Não chores, se verdadeiramente me amas!
Santo Agostinho
Minha Terra
Ó minha terra na planície rasa,
Branca de sol e cal e de luar,
Minha terra que nunca viu o mar
Onde tenho o meu pão e a minha casa...
Minha terra de tardes sem uma asa,
Sem um bater de folha... a dormitar...
Meu anel de rubis a flamejar,
Minha terra mourisca a arder em brasa!
Minha terra onde meu irmão nasceu...
Aonde a mãe que eu tive e que morreu,
Foi moça e loira, amou e foi amada...
Truz... truz... truz... Eu não tenho onde me acoite,
Sou um pobre de longe, é quase noite...
Terra, quero dormir... dá-me pousada!
Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"
Branca de sol e cal e de luar,
Minha terra que nunca viu o mar
Onde tenho o meu pão e a minha casa...
Minha terra de tardes sem uma asa,
Sem um bater de folha... a dormitar...
Meu anel de rubis a flamejar,
Minha terra mourisca a arder em brasa!
Minha terra onde meu irmão nasceu...
Aonde a mãe que eu tive e que morreu,
Foi moça e loira, amou e foi amada...
Truz... truz... truz... Eu não tenho onde me acoite,
Sou um pobre de longe, é quase noite...
Terra, quero dormir... dá-me pousada!
Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"
domingo, 5 de dezembro de 2010
Quem fala a verdade...
Era um coronel de Artilharia muito distinto e educado, casado com uma senhora da aristocracia francesa e que tinha um fraco pela bebida. Contava-se que, quando morria alguém, aparecia no velório a distribuir copos de aguardente pelas mulheres que, a troco de dinheiro, velavam o morto pela noite fora. A certa altura tão bêbado estava ele como as carpideiras e acabava tudo em grande cantoria. Este oficial foi chamado ao Ministro da Guerra, que o aconselhou a ter melhor comportamento, sob pena de ser sujeito a processo disciplinar. Perfilado em frante do Ministro, ele respondeu:
- Pode V. Ex.ª congratular-se pelo facto de no exército português só haver dois bêbados: eu e V.Ex.ª.
Claro que teve que pedir a passagem à reforma...
- Pode V. Ex.ª congratular-se pelo facto de no exército português só haver dois bêbados: eu e V.Ex.ª.
Claro que teve que pedir a passagem à reforma...
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Pouca terra
A estação de caminho-de-ferro fica a 12km da minha cidade. Nos anos 30, um rapaz nosso vizinho pediu uma bicicleta emprestada e foi à estação ver o que nunca tinha visto: o comboio. Tinha 18 anos.
Isabéis
As minhas filhas ainda se lembram da minha tia Violante, pois não há muitos anos que nos deixou. Dizia ela, a nossa tia, que as miúdas faladoras, espertas e vivaças eram as chamadas "serigaitas". Foi este adjectivo que ela pôs à nossa Isabel I: a resposta na ponta da língua, a graça e um certo ar de delicioso atrevimento caracterizavam-na. Pois tem agora uma digna sucessora, com o mesmo à vontade e a graça dos três aninhos, uma autêntica "serigaita". Apenas as voz tem uma ou duas notas mais agudas...
A Isabel II segue-lhe os passos.
A Isabel II segue-lhe os passos.
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